sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Monteiro Lobato


José Bento Renato Monteiro Lobato (Taubaté, 18 de abril de 1882  São Paulo, 4 de julho de 1948 foi um dos mais influentes escritores brasileiros do século XX.
Foi um importante editor de livros inéditos e autor de importantes traduções. Seguido a seu precursor Figueiredo Pimentel ("Contos da Carochinha") da literatura infantil brasileira, ficou popularmente conhecido pelo conjunto educativo de sua obra de livros infantis, que constitui aproximadamente a metade da sua produção literária. A outra metade, consistindo de contos (geralmente sobre temas brasileiros), artigos, críticas, crônicas, prefácios, cartas, um livro sobre a importância do petróleo e do ferro, e um único romance, O Presidente Negro, o qual não alcançou a mesma popularidade que suas obras para crianças, que entre as mais famosas destaca-se Reinações de Narizinho (1931),Caçadas de Pedrinho (1933) e O Pica-pau Amarelo (1939).
Contista, ensaísta e tradutor, este grande nome da literatura brasileira nasceu na cidade de Taubaté, interior de São Paulo, no ano de 1882. Formado em Direito, atuou como promotor público até se tornar fazendeiro, após receber herança deixada pelo avô. Diante de um novo estilo de vida, Lobato passou a publicar seus primeiros contos em jornais e revistas, sendo que, posteriormente, reuniu uma série deles no livro Urupês,obra prima deste famoso escritor.
Em uma época em que os livros brasileiros eram editados em Paris ou Lisboa, Monteiro Lobato tornou-se também editor, passando a editar livros também no Brasil. Com isso, ele implantou uma série de renovações nos livros didáticos e infantis.
Este notável escritor é bastante conhecido entre as crianças, pois se dedicou a um estilo de escrita com linguagem simples onde realidade e fantasia estão lado a lado. Pode-se dizer que ele foi o precursor da literatura infantil no Brasil.
Suas personagens mais conhecidas são: Emília, uma boneca de pano com sentimento e ideias independentes; Pedrinho, personagem que o autor se identifica quando criança; Visconde de Sabugosa, a sabia espiga de milho que tem atitudes de adulto, Cuca, vilã que aterroriza a todos do sítio, Saci Pererê e outras personagens que fazem parte da inesquecível obra: O Sítio do Pica-Pau Amarelo, que até hoje encanta muitas crianças e adultos.
Escreveu ainda outras incríveis obras infantis, como: A Menina do Nariz Arrebitado, O Saci, Fábulas do Marquês de Rabicó, Aventuras do Príncipe, Noivado de Narizinho, O Pó de Pirlimpimpim, Emília no País da Gramática, Memórias da Emília, O Poço do Visconde, e A Chave do Tamanho.
Fora os livros infantis, este escritor brasileiro escreveu outras obras literárias, tais como: O Choque das Raças, Urupês, A Barca de Gleyre e O Escândalo do Petróleo. Neste último livro, demonstra todo seu nacionalismo, posicionando-se totalmente favorável a exploração do petróleo, no Brasil, apenas por empresas brasileiras.
Nome  : Sophia Palma Fornari


segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Os problemas da igreja pelas lentes de Otto Preminger- parte 1: os problemas da igreja

           






               .Ah, a igreja Católica, amada e odiada, bem e mal falada, sabia e ignorante em muitas de suas ações. Hoje esta talvez seja a instituição mais poderosa que existe, mais poderosa que o governo do USA, que a Otan ou até mesmo que a ONU, mas o que torna tal instituição tão poderosa, alguns responderiam : '' A fé inabalável das pessoas e o fato de que a igreja é a verdadeira palavra de deus, e a palavra de deus é inquestionável e blablabla'', eu, meus amigos, respondo diferente, sem a minima duvida afirmo: o que faz dessa instituição tão poderosa é o fato de que durante mais de 1.000 anos ela pode impor a sua vontade a todos, mesmo a aqueles que não queriam aceita-la, é fato que durante a idade media ICAR torturava e matava todos aqueles que não a aceitavam, foi esse poder de imposição que transformou a igreja católica na instituição mais poderosa e popular da atualidade.
               .Mas hoje meus amigos, hoje é diferente, a igreja Católica  poder continuar sendo a instituição mais poderosa do mundo, mas seu poder vem decaindo muito atualmente ( e quando digo atualmente quero dizer nos últimos 500 anos). Hoje o poder da igreja da igreja Católica se mede mais em popularidade do que em poder politico de fato, na verdade atualmente não existe nem uma unica nação teocrática católica , e mesmo sua popularidade entre a população em geral, esse queda de influência e poder da igreja se deve a vários fatores que surgiram com o advento da modernidade e que se agravaram com a pós-modernidade, nesse pequeno post pretendo fazer um breve relato sobre a queda da igreja Católica e também analisar seus problemas pelas lentes do genial Otto Preminger.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013


Dicas para provas de Múltipla Escolha 


Dicas para provas de Múltipla Escolha 
Quase todos os exames vestibulares e o ENEM são provas de múltipla escolha. É normal que o aluno, por mais que tenha se preparado, sinta-se um pouco nervoso no dia do exame, pois afinal, tanto um como outro podem decidir seu futuro educacional e até profissional.
Nosso objetivo neste artigo é sugerir algumas dicas para ajudar o estudante a maximizar seu desempenho em provas de múltipla escolha e verdadeiro/falso. É importante ressaltar que, às vezes, o desempenho em uma prova de múltipla escolha não reflete conhecimento ou preparo: há alunos mal preparados que têm bom desempenho na prova e há alunos bem preparados que tem desempenho pior do que o esperado. O motivo disso é que um teste cujas questões não são dissertativas não oferece ao aluno a oportunidade de demonstrar o quanto entende do assunto. Em uma questão de múltipla escolha, há apenas certo ou errado. Isso significa que alguém com sorte na prova pode ter melhor desempenho do que outro que realmente se preparou, mas que tem dificuldades em responder a perguntas de múltipla escolha.
Muitos alunos têm dificuldades com questões de múltipla escolha porque as alternativas são frequentemente ambíguas e muito parecidas, umas com as outras. As questões são elaboradas dessa forma para confundir os alunos – mesmo aqueles que têm bom conhecimento do assunto testado. Nosso objetivo neste artigo é ensinar o aluno a empregar o raciocínio dedutivo, a lógica e o bom senso para escolher bem em questões de múltipla escolha – principalmente quando ele não sabe com plena certeza a resposta correta. Nossa meta é que as dicas a seguir o ajudem a maximizar seu desempenho na prova e a se sentir mais confiante ao responder às perguntas.
Dicas para provas de múltipla escolha:
1. Leia a questão por inteiro antes de responder a ela. Muitos alunos cometem o erro de responder à questão antes de lê-la na íntegra e, às vezes, escolhem uma alternativa que, embora seja verdadeira, não é a resposta à pergunta. Trata-se de uma “pegadinha” muito comum. De fato, o tempo é limitado, mas leia todas as questões do começo ao fim!
2. Após ler a questão inteira, pense na resposta antes de ler as alternativas. Desse modo, há menos chance de você se deixar confundir por alternativas parecidas e ambíguas.
3. Elimine as alternativas que são obviamente incorretas. Em cada questão, há geralmente uma ou duas alternativas que são gritantemente erradas – muitas delas nem fazem sentido. Mesmo que você não saiba a resposta à pergunta, ao eliminar as alternativas que são evidentemente incorretas, passa a ter mais chances de escolher a resposta certa. Por exemplo, se conseguir eliminar duas alternativas, e não tiver ideia da resposta correta, há 1/3 de chance de você escolhê-la. Afinal, sobraram três alternativas possíveis. Escolha uma delas. Se de cada três questões de cuja resposta você não tem ideia, você acertar uma, seu resultado na prova será melhor. Isso pode fazer toda a diferença e garantir sua vaga na faculdade e no curso de sua escolha.
4. Leia todas as alternativas antes de escolher uma delas. Em várias questões, há diversas respostas plausíveis. É importante lembrar: você precisa escolher a resposta que melhor responde à questão, e não simplesmente uma resposta que, teoricamente, pode ser considerada verdadeira.
5. Se a prova não o penaliza por escolher uma alternativa incorreta, responda a todas as questões. Não deixe nenhuma delas em branco, mesmo que não tenha a mínima ideia da resposta. Não responder à questão equivale a escolher a resposta incorreta. Mas se você adivinhar a resposta, há pelo menos a possibilidade de ter adivinhado corretamente. Os corretores da prova não têm como saber se você respondeu à questão corretamente porque sabia a resposta ou porque adivinhou e, para eles, não faz diferença. O que vale é a escolha da alternativa correta. Portanto, preencha uma resposta para todas as questões da prova.
6. Após responder a uma questão, não mude a resposta, a menos que tenha certeza de que errou. Estudos demonstram que a primeira escolha é geralmente a correta. Portanto, não se deixe levar por dúvidas e mudar suas respostas. Mude-a apenas se notar que preencheu a alternativa de forma incorreta (por exemplo, você pretendia escolher a alternativa b e, sem querer, escolheu a alternativa c) ou se, de repente, se lembrar de algum fato relevante à questão do qual não se lembrara quando a respondeu.
7. Em provas de múltipla escolha, é comum que haja opções como: “Todas as alternativas estão corretas” e “Nenhuma das alternativas está correta”. Se você tem certeza de que uma delas é correta, evidentemente não escolherá a resposta “Nenhuma das alternativas está correta”. Se tem certeza de que uma das alternativas é incorreta, tampouco escolherá a alternativa “Todas as alternativas estão corretas”. Essa dica parece óbvia, mas, frequentemente, esse tipo de pergunta confunde o aluno, em especial se ele estiver nervoso durante o exame.
8. Se houver alguma pergunta com alternativas “Todas as alternativas estão corretas” e “Nenhuma das alternativas está correta”, e você notar que há, no mínimo, duas alternativas corretas, é provável que a resposta certa seja “Todas as alternativas estão corretas”. Mas mesmo que você saiba que duas delas estão incorretas, pense bem antes de marcar “Todas as alternativas estão incorretas”. Dificilmente essa será a resposta certa, pois o exame quer testar seu conhecimento, e não sua habilidade de detectar o que é falso ou incorreto. “Nenhuma das alternativas” é usada com frequência porque quem escreveu a questão não consegue pensar em mais de três ou quatro alternativas plausíveis para ela. Obviamente, não podemos garantir que seja sempre esse o caso. Nosso propósito aqui é oferecer dicas, não garantias.
9. Em muitos casos, a alternativa correta é a mais longa – a que traz mais informação. Se você não tem ideia da resposta e não consegue eliminar nenhuma das alternativas, escolha a mais longa.
10. Se há duas alternativas antitéticas, isto é, uma é o oposto da outra, é provável que uma delas seja a correta. Portanto, se você não tiver ideia da resposta, escolha uma dessas duas.
11. Se você conhece o assunto testado por uma questão, mas está tendo dificuldades em responder a ela porque parece haver mais de uma resposta possível, compare-as com cuidado. Deve haver algum detalhe em uma das alternativas que a torne incorreta. Caso contrário – se houver mais de uma alternativa correta – a questão será eliminada, o que é algo constrangedor para os autores e administradores do exame. 
12. Lembre-se de que você está sempre buscando a melhor resposta – uma afirmação ou fato que seja sempre verdadeiro, sem exceção.
Dicas para provas de múltipla escolha: como adivinhar com inteligência quando você não faz ideia da resposta
As dicas a seguir devem ser usadas em último caso, isto é, quando você, aluno, não tem ideia da resposta e decide adivinhá-la. Em vez de escolher respostas de forma aleatória, de “olhos fechados”, recomendamos o seguinte:
1. Se há cinco alternativas – a, b, c, d, e – e você precisa adivinhar, mas não consegue eliminar nenhuma alternativa que seja obviamente incorreta, recomendamos que escolha a resposta b ou c. Essa sugestão é, inegavelmente, um pouco radical, mas a fazemos porque muitos autores de questões de múltipla escolha geralmente colocam a resposta correta em uma das alternativas do meio. O motivo disso é que muitos alunos completamente despreparados para a prova decidem escolher a primeira ou a última resposta para todas as questões, pois acreditam que, dessa forma, acertarão pelo menos 1/5 das perguntas. Os alunos imaginam que 20% das respostas são a, 20% são b, 20% são c, 20% são d e 20% são e. Portanto, acreditam que se escolherem sempre a mesma resposta, acertarão 20% das questões. Para evitar isso, muitos elaboradores de provas costumam colocar as respostas corretas nas alternativas b ou c.
Atenção: Muitos alunos se preocupam quando notam que há um padrão nas alternativas que escolheram. Por exemplo, muitas de suas respostas são a alternativa b. Outra possibilidade: as alternativas seguem um padrão como: a, b, a, b, a, b. Ao responder às questões, não se preocupe com coisas assim. Concentre-se em fazer uma boa prova. O importante é procurar a alternativa correta, e não se preocupar com padrões de respostas. Raramente um exame é feito com uma distribuição estatística equânime entre as respostas. É possível que muitas das alternativas corretas sejam a mesma letra.
2. Quando uma pergunta, principalmente na área de Humanas, inclui alternativas com termos muito absolutos – “sempre” ou “nunca” – é provável que sejam incorretas. Geralmente são as alternativas que contêm palavras como “geralmente” ou “na maioria dos casos” que são as corretas. O motivo disso é que, com exceção de uma Ciência Exata como Matemática, afirmar que algo é sempre verdadeiro dá margem a que a questão seja contestada e, possivelmente, anulada.
Alternativas Verdadeiro/Falso (Certo/Errado)
Há vestibulares que utilizam questões Verdadeiro/Falso em vez de questões de Múltipla Escolha. Não são muitos os vestibulares que fazem isso, mas sugerimos algumas dicas para provas desse tipo.
1. Geralmente há mais alternativas verdadeiras do que falsas na prova. Lembre-se de que os examinadores querem testar o quanto você conhece e não o fato de você conseguir detectar informações incorretas.
2. Se você não for penalizado por escolher a resposta errada, sempre adivinhe, mesmo que você não tenha a menor ideia se a resposta é “verdadeiro” ou “falso”. Lembre-se de que em uma prova Verdadeiro/Falso, você sempre tem, no mínimo, 50% de chance de escolher a resposta correta. Afinal, há apenas duas possibilidades.
3. Leia a pergunta com muito cuidado antes de responder a ela. Os examinadores sabem que há apenas duas respostas (portanto, há muita chance de alguém fazer uma boa prova mesmo que não esteja bem preparado) e eles não querem que alunos mal preparados tenham um bom desempenho no exame. Portanto, as perguntas podem conter “pegadinhas”.
4. Ao mesmo tempo, não se torne paranoico: se você sabe a resposta, não fique imaginando que seja uma pegadinha. Por exemplo: Verdadeiro ou Falso: O Canadá se localiza na América do Norte. Você pode pensar que a pergunta é óbvia demais e que, portanto, deve haver uma pegadinha. Não há. Pode ser óbvia para você, mas não para outras pessoas.
5. Palavras como “sempre” e “nunca” geralmente indicam que a resposta é falsa. Por exemplo: Verdadeiro ou Falso: No Brasil, nunca neva. A alternativa não pode ser “Verdadeiro”, pois apesar de ser um evento raro, já nevou no Brasil. 6. Palavras e frases como “geralmente”, “às vezes”, “em muitos casos”, em geral significam que a resposta é “Verdadeiro”.
7. É importante ressaltar que, se qualquer parte de uma questão de Verdadeiro/Falso for incorreta, a resposta será necessariamente “Falso”. Contudo, se parte de uma frase for verdadeira, isso não significa que toda a afirmação é verdadeira. Todas as informações precisam estar corretas para que a resposta seja “Verdadeiro”.
Exemplos:
1. Os Estados Unidos e a Inglaterra eram aliados durante a Segunda Guerra Mundial e venceram a guerra.
Ambas as afirmações estão corretas. Portanto, a resposta é: Verdadeiro.
Veja agora o próximo exemplo:
2. A capital do Brasil é Brasília e se localiza no Amazonas.

Note que há duas afirmações. A primeira é correta, mas a segunda é incorreta. Assim, a resposta é: Falso. Esse exemplo demonstra porque é importante você ler a questão inteira. A primeira parte dela é correta. O aluno pode, por conseguinte, escolher a alternativa “Verdadeiro”, antes de terminar de ler a questão. Nesse exemplo, ela é composta por apenas uma frase. Mas há questões mais longas. Muitos alunos, preocupados com o limite de tempo, respondem à pergunta antes de lê-la por completo e isso é extremamente desaconselhável. Muitas parecem estar perguntando uma coisa e daí, no meio da questão, mudam de assunto. Se você não a ler a questão na íntegra, corre o risco de escolher uma resposta que seja factualmente verdadeira, mas que não seja a resposta à pergunta formulada.
O 10emtudo deseja a você, aluno, muito sucesso em todas as suas provas – seja no colégio, no vestibular ou no ENEM.  

Site com questões,vá em matérias,escolha a sua e click em nível fundamental e pratique ;)

http://concursosnobrasil.com.br/questoes/
  

FONTE: http://www.10emtudo.com.br/artigo/dicas-para-provas-de-multipla-escolha/


POR:Matheus Henrique 9B

Avenged Sevenfold divulga a inédita “Hail To The King”

A banda Avenged Sevenfold divulgou, nesta segunda-feira (15), a primeira música de seu vindouro trabalho de estúdio. Intitulada “Hail To The King”, a faixa batiza o sexto álbum dos caras, que será lançado em 27 de agosto.
No dia 26 de agosto, na glamourosa Hollywood, a banda fará um show gratuito para dar início aos trabalhos de divulgação do disco. O grupo divulgará, por meio de sei site oficial, mais informações sobre o CD.
Nunca é demais lembrar que os fãs brasileiros têm encontro marcado com A7X. O grupo é atração confirmada do Rock In Rio 2013, com show marcado para o dia 22 de setembro, no Palco Mundo.

by: Giovanni E.

Cândido Portinari

Cândido Portinari

Cândido Portinari foi um dos pintores brasileiros mais famosos. Este grande artista nasceu na cidade de Brodowski (interior do estado de São Paulo), em 29 de dezembro de 1903. Destacou-se também nas áreas de poesia e política.
Durante sua trajetória, ele estudou na Escola de Belas-Artes do Rio de Janeiro; visitou muitos países, entre eles, a Espanha, a França e a Itália, onde finalizou seus estudos.
No ano de 1935 ele recebeu uma premiação em Nova Iorque por sua obra "Café". Deste momento em diante, sua obra passou a ser mundialmente conhecida.
Dentre suas obras, destacam-se: "A Primeira Missa no Brasil", "São Francisco de Assis" e “Tiradentes". Seus retratos mais famosos são: seu auto-retrato, o retrato de sua mãe e o do famoso escritor brasileiro Mário de Andrade.
No dia seis de fevereiro de 1962, o Brasil perdeu um de seus maiores artistas plásticos e aquele que, com sua obra de arte, muito contribuiu para que o Brasil fosse reconhecido entre outros países. A morte de Cândido Portinari teve como causa aparente uma intoxicação causada por elementos químicos presentes em certas tintas.

Principais características de suas obras:
- Retratou questões sociais do Brasil;
- Utilizou alguns elementos artísticos da arte moderna europeia;
- Suas obras de arte refletem influências do surrealismo, cubismo e da arte dos muralistas mexicanos;
- Arte figurativa, valorizando as tradições da pintura.

A relação entre as principais obras eram:
- Meio ambiente
- Colhedores de café
- Mestiço
- Favelas
- O Lavrador de Café
- O sapateiro de Brodósqui
- Meninos e piões
- Lavadeiras
- Grupos de meninas brincando
- Menino com carneiro
- Cena rural
- A primeira missa no Brasil
- São Francisco de Assis
- Os Retirantes





Por: Larissa Cagliari Barreto, 9ºanoB

Reciclar entulho é a solução para tema do lixo nas cidades

No Brasil, a clandestinidade impera na destinação final de grande parte do entulho das construções. Será que a solução está em aumentar a fiscalização e incentivar a denúncia?
 
As prefeituras acabam tendo que arcar com os custos dessa irregularidade, seja porque têm que retirar o entulho dos rios, córregos e das áreas públicas em geral, seja porque têm que pagar por uma destinação em aterros, pois são poucos os municípios que reciclam o entulho.
 
A reciclagem é a principal solução para esse problema. Esses materiais podem ser reaproveitados, transformando-se em areia, brita, base para pavimentação e tijolos, entre outros artefatos.
 
Assim, evitam-se custos e é possível conseguir receitas importantes. Programas habitacionais, de pavimentação, de mobiliário urbano e de drenagem poderiam ser desenvolvidos por prefeituras com o reaproveitamento.
 
Mas de que adianta implantar uma central de reciclagem de entulho se não houver certeza de que esse resíduo chegará até ela?
 
Haveria uma estratégia mais eficaz que a delação por parte da população e melhor que uma intensa fiscalização, sujeita sempre a desvios?
 
A solução pode estar simplesmente no aproveitamento de dois momentos institucionais essenciais na construção civil: o licenciamento e a concessão do Habite-se (documento que autoriza o uso de uma edificação).
 
A prefeitura poderia cobrar um valor correspondente ao transporte e à reciclagem do entulho a ser gerado pela obra no licenciamento.
 
A ideia é que o gerador do entulho receba um cupom, de valor correspondente ao que pagou, a ser entregue ao responsável pelo transporte, que somente poderá converter esse cupom em dinheiro quando entregar o entulho a uma central de reciclagem.
 
Lá, será verificada a origem do entulho transportado e anotado o volume recebido pela central para posterior emissão do Habite-se.
 
Ficaria, desta forma, estabelecido um sistema integrado de envolvimento responsável dos geradores e da prefeitura, com consideráveis ganhos para o meio ambiente e para toda sociedade.

O Pai da Química

Antoine Lavoisier

Nascido em uma família rica em Paris, Antoine-Laurent Lavoisier herdou uma grande fortuna com a idade de cinco anos com o falecimento de sua mãe. Ele foi educado no Collège des Quatre-Nations (também conhecido como Collège Mazarin) de 1754 a 1761, estudando química, botânica, astronomia e matemática. Ele era esperado para seguir os passos de seu pai e ainda obteve sua licença para praticar a lei em 1764 antes de voltar a uma vida de ciência.
Lavoisier é considerado o pai da química. Foi ele quem descobriu que a água é uma substância composta, formada por dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio: o  H2O  Essa descoberta foi muito importante para a época, pois, segundo a teoria de Tales de Mileto, que ainda era aceita, a água era um dos quatro elementos terrestres primordiais, a partir da qual outros materiais eram formados.
Em 16 de dezembro de 1771 Lavoisier casou com uma jovem aristocrata, de nome Marie-Anne Pierrette Paulze. A sua mulher tornou-se num dos seus mais importantes colaboradores, não só devido ao seu conhecimento de línguas (em particular o inglês e o latim), mas também pela sua capacidade de ilustradora. Marie-Anne foi responsável pela tradução, para francês, de obras científicas escritas em inglês e em latim, fazendo ilustrações de algumas das experiências mais significativas feitas por Lavoisier2. Ele viveu na época em que começava a Revolução Francesa, quando o terceiro estado (camponeses, burgueses e comerciantes) disputava o poder na França.
Lavoisier foi guilhotinado em 8 de maio de 1794, após um julgamento sumário no dia anterior3 . Joseph-Louis de Lagrange, um importante matemático, contemporâneo de Lavoisier disse:

“Não bastará um século para produzir uma cabeça igual à que se fez cair num segundo.”

Estudo do oxigênio

Lavoisier não descobriu exatamente o oxigênio. Este gás foi descoberto independentemente por dois químicos: Carl Wilhelm Scheele em 1772 e Joseph Priestley em 17742. Em outubro de 1774, Priestley visitou Paris e conversou com Lavoisier sobre as suas experiências. Este fato permitiu a Lavoisier refazer as experiências de Priestley e reformulá-las. Dessa forma, Lavoisier compreendeu melhor as características do novo gás e ainda confirmou que a combustão e a calcinação correspondem à combinação do oxigênio com outros materiais (materiais orgânicos na combustão e metais na calcinação).

Lavoisier deu ao novo gás o nome de oxigênio ("produtor de ácidos" em grego), porque considerava (erroneamente) que todas as substâncias originadas de uma calcinação originavam ácido, em que o oxigênio se encontrava obrigatoriamente presente. Em 1789, ele formulou o princípio da conservação da matéria.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Antoine_Lavoisier

Por: Gabriel D'Acol 9°ano B